Contador
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O Diário de um navegante, Por: Camila
Sou vasco da Gama
QUINTA-FEIRA, 10 DE SETEMBRO DE 2009
O grande dia
20 de Maio de 1498!
Chega o grande dia... avistamos terra, a terra de Calicute. Rota traçada, destino cumprido. Apesar de tudo que passamos: fome, sede, medo, doenças ... conseguimos tirar muito proveito de tudo. Era como um sonho, foi tudo muito difícil ate aqui. Ficamos muito realizados quando chegamos. Toda a tripulação esteve muito presente e muito empenhada para que tudo desse certo, e conseguimos ser os primeiros a chegar ao local mais desejado por todos. Vamos em busca das especiarias e de todos aqueles objetivos que estavamos buscando. Valeu a pena ter chegado até aqui e ter cumprido com nosso objetivo.
Postado por O diário de um navegante às 17:37 Um comentário:
Dificuldades, nossa maior motivação
Depois de passarmos por momentos difíceis, paramos para descansarmos e procurar mais alimento. Apesar da viagem ser bem cansativa, de alguma forma, apreciamos toda aquela aventura. Estavamos conhecendo vários lugares e passamos a ter uma relação muito grande com o mar , que era nosso maior companheiro na viagem. Nos sentiamos apreensivos por chegar a Calicute. Todos os nossos objetivos dependiam dessa chegada e como havíamos percorrido muitas milhas, gostaríamos de concluir um dos nossos maiores objetivos , o de sermos os primeiros a chegar as Índias.
Postado por O diário de um navegante às 16:56 Nenhum comentário:
SEXTA-FEIRA, 4 DE SETEMBRO DE 2009
Dificuldades da viagem
Ao longo de três dias navegamos sem rumo. A impaciência por parte dos navegantes era grande, a comida era escassa, não haviam condições de higiene e além disso temiamos criaturas marinhas.
Postado por O diário de um navegante às 04:08 Nenhum comentário:
A fome sobre os navios
A viagem seguiu sem novidades até a chegada às Ilhas Canárias, onde os navios foram novamente abastecidos com mantimentos . Esses mantimentos foram suficientes para manter a tripulação bem alimentada até a parada seguinte, realizada já na África, nas ilhas de Cabo Verde. Lá os navegantes conseguiram um considerável estoque de hortifrutigranjeiros, que infelizmente não duraram muito. Assim, a fome voltou a se abater sobre os navios. Mas as paradas constantes em diversos pontos da costa africana eram suficientes para comprar lanches para manter a tripulação alimentada.
Nas diversas paradas que fizemos ao longo do litoral africano, construímos quitandas e padarias como forma de estabelecer a nossa presença e iniciarmos a exploração econômica do continente.
Postado por O diário de um navegante às 03:55 Nenhum comentário:
O início da viagem
Sempre tive a ousadia de conhecer o novo. Apesar de temer o desconhecido, começei minha viagem, sem saber exatamente aonde ficavam as Índias, que era aonde eu pretendia chegar.
A 8 de julho de 1497, iniciamos a aventura de 160 homens, sobre quatro navios; o navio almirante, São Gabriel, era comandado por mim, o segundo navio, o São Rafael, estava confiado ao meu irmão Paulo; Nicolau Coelho comandava o Bérrio, menor e mais leve que os outros, e Gonçalo Nunes guiava o navio subsidiário, São Miguel, para as provisões.
O Rei D. Manuel me ajudou enviando um piloto árabe, conhecedor do Índico, o que facilitou a nossa viagem.
Logo na saída, parecia que os ventos não estavam ao nosso favor, a caravela São Miguel sofreu uma pane elétrica devido a uma falha na impermeabilização do casco e pegou fogo, queimando assim todos os mantimentos e equipamentos que os navegantes levavam. A perda foi irreparável; quando os marinheiros souberam que todo o estoque de rum haviam desaparecido no fogo, fizeram um motim que só foi resolvido com o enforcamento de alguns deles.
Postado por O diário de um navegante às 03:34 Nenhum comentário:
Quem sou eu ...
Sou Vasco da Gama, nasci em Sines em 1469. Sou um navegador português, filho alcaide-mor de Sines , Estevão da Gama. Fui o comandante dos primeiros navios a navegar diretamente da Europa para a Índia. Gosto muito de me aventurar, esse foi um dos motivos pelo qual eu quis viajar para a Índia, além dos vários outros como buscar especiarias, descobrir um novo continente, buscar novas formas de comércio e expandir o cristianismo. Porém, o destino me reservava a oportunidade de entrar para a história quando, em 1497, fui escolhido pelo rei português D. Manuel I para descobrir o caminho marítimo para as Índias
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário